domingo, 23 de novembro de 2014
Capítulo 6 - Reflexões Noturnas
domingo, 16 de novembro de 2014
Capítulo 5 - Dança Acadêmica de Londres
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Capítulo 4 - Dor das Lembranças
Oiiii my angels ^_^ huehue demorei um pouquinho neh. Maaai ja vortei. Bora pro cap.
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Respondendo:
Kat: Entaaao garota '-' o Bill se maqueia bem dms . Da um jeito nele ae. kkkk Psé, Tom nao tem jeito :/
Eh neh kra, vc fica fazendo suruba com o Bill e nem ve oq acontece neh kkkkkk
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Enquanto tentava dormir vagava por minhas lembranças e pensava como aquele acidente mudou a minha vida de forma trágica e violenta.
Perdi as duas pessoas que eu mais amava e talvez o meu único sonho tivesse sido interrompido. Talvez eu nunca mais pudesse dançar por conta da minha perna, ou pelo fato de eu me sentir culpada por tudo o que estava acontecendo, pela morte dos meus pais.
FLASHBACK ON
Já estava escurecendo quando saímos de casa, naquela noite eu faria uma das apresentações mais importantes da minha vida, pois se eu me saísse bem poderia ganhar uma bolsa numa das melhores Academias de Dança do país.
Estávamos saindo de casa a caminho do teatro, onde iria acontecer a apresentação. Era quase noite e caia uma fraca neblina, eu e meus pais estávamos naquele carro. Eu estava muito nervosa e minha mãe tentava me acalmar.
- Tenha calma meu anjo, vai dar tudo certo. - Falou enquanto virava para trás e me dava um beijo na testa.
- Vamos lá, vou por uma música para te acalmar um pouco. – Meu pai falou e em seguida colocou a tal música.
I close my eyes
(Eu fecho meus olhos)
Only for a moment,
(Apenas por um momento)
And the moment's gone.
(e o momento desaparece)
All my dreams,
(Todos os meus sonhos)
Pass before my eyes, a curiosity.
(Passam pelos meus olhos, uma curiosidade)
Dust in the wind,
(Poeira ao vento)
All they are is dust in the wind.
(Tudo que eles são é poeira ao vento)
Continuamos o caminho, cantando muito empolgados. Não sei como, mas aquilo me tranquilizou. Fiquei olhando pela janela a maior parte do tempo, tentava respirar mais leve, mas só conseguia ficar mais tensa e nervosa.
Já estávamos quase chegando, e repentinamente escuto uma buzina e olho para o lado. Uma luz forte brilhava em minha direção, tão forte que tive de fechar os olhos. De súbito, tudo ficou branco e um som estridente se propagou.
–X-
Depois da batida tudo ao meu redor sumiu, os sons desapareceram, os gritos silenciaram. Já não ouvia nada, já não sentia nada, eu simplesmente apaguei.
Quando acordei estava em uma cama, numa sala com paredes brancas. Aquilo com certeza era um hospital. Olhei em volta e não vi ninguém. Poucos minutos depois uma moça vestida de branco entrou no quarto.
- Olha quem já está acordada. – Falou sorridente. – Oi linda, eu sou a Lola e estou cuidando de você. Está se sentindo melhor?
Remexi-me um pouco na cama atordoada. Olhei mais atentamente para meus lados e depois fitei-a, tentando raciocinar sua pergunta.
- Minha cabeça... está doendo. – Falei pondo a mão na cabeça, ao fazê-lo senti uma pontada e percebi que ali havia um curativo. Devo ter batido a cabeça quando o carro bateu... o carro, o acidente. – Meus pais? Onde eles estão? Eles estão bem?
Naquele momento várias perguntas vinham a minha cabeça, mas todas tinham um mesmo propósito: Meus pais. Onde eles estariam? Naquele momento tudo o que eu precisava era de respostas.
A moça me olhou por um momento, sentou-se ao meu lado e suspirou pesadamente. Aquilo apertou meu coração. Ela segurou minha mão e me olhou afetuosamente. Deu um pequeno e leve sorriso.
- Bom, eu não sei como te contar isso... – Fez uma pausa, que me apertou ainda mais o coração. – Bi, você vai ter que ser forte. – Uma lágrima insistiu em brotar no meu olho. – Seus pais não resistiram, eles morreram.
Quando ouvi aquelas palavras instintivamente a abracei. Estava aos prantos. Como eu seguiria dali em diante? Como viveria sem eles? Sentia a culpa me atingir aos poucos. A ideia de que eles fossem junto a mim para a apresentação foi minha. Mas porque isso aconteceu? Porque comigo?
Depois de um tempo ali abraçada com a Lola, soltei-a fracamente. Ela se levantou para pegar umas coisas que estavam em cima da mesa. Voltou-se para mim e sorriu. Eu estava começando a odiar sorrisos.
- Bem, agora eu preciso trocar o seu curativo.
- Deixa pra depois, não tô afim. – Resmunguei tristemente.
- Olha minha linda, eu sei que está sendo muito difícil pra você, mas você tem que se cuidar. – Falou acariciando o meu rosto. – Me deixa trocar esse curativo. – Apenas concordei com um gesto e ela sorriu.
Quando viu que eu havia percebido que meu tornozelo estava engessado, ela me deu um beijo na testa e se despediu. Como eu iria dançar? Quebrei meu tornozelo, torci, tanto faz! Tudo que eu mais sonhei acabou! O sonho se foi, assim como meus pais.
– Mais tarde venho te ver, agora preciso ir. E o gesso a gente tira daqui a uma semana. – Falou já saindo do quarto.
–X-
Já havia se passado uma semana e eu ainda estava naquele hospital, dessa vez esperando a liberação. Ao recebe-la, me despedi de Lola e agradeci por tudo o que ela havia feito por mim.
Quando cheguei à recepção havia alguém me esperando. Uma senhora de cabelos negros e curtos bagunçados, que usava uma roupa pequena para o seu corpo “avantajado”. Tinha vários papéis nas mãos e uma expressão de poucos amigos.
- É a senhorita Biara Schmidt? Prazer, eu sou a encarregada de te ajudar agora. – Falou me estendendo a mão, que eu apenas observei. – Você terá de ficar com uns parentes até atingir a maior idade e poder receber a herança de seus pais.
Ao ouvir aquelas palavras senti meus olhos marejarem, pois lembrei que quando voltasse para casa não haveria ninguém lá, só o vazio. E foi isso mesmo que aconteceu, quando cheguei em casa só havia o silêncio. Desabei a chorar quando lembrei que nunca mais ouviria suas vozes ou sentiria seus respectivos cheiros.
FLASHBACK OFF
Depois de algum tempo em silêncio com minhas lembranças, abracei um dos travesseiros e dormi pesadamente. Aquilo tudo havia esgotado todas as minhas forças. Eu não sabia como continuar.
Capítulo 3 - Habituação às diferenças
Oi minhas amores *---* Estao gostando do novo imagine? Espero que sim... Entao galera, avisinho basico, se o cap ficar uma merda é pq fiz ontem, e ontem eu tinha brigado com meu namorado :'(
A Kat ta ligaada nos baang meh Kat? kkkk Entao.. Bora pro cap.
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Respondendo :
Kat: Kkkkkkk a Bi eh mt cruel com ele neh? kkkkkk ai ai ... Continuuei amr.
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O quarto era perfeito. Claro, consideravelmente arrumado, mas nunca pensei que existisse aquele tipo de lugar na vida real. Uma cama gigantesca estática no meio do quarto, com lençóis pretos e brancos. Um enorme espelho encobria uma das paredes e uma televisão estava em outra parede. Adentrei meio receosa em tocar em qualquer coisa. Nem todo o dinheiro que usei na minha vida pagava aquilo tudo.
- Nossa. – Cuspi involuntariamente minha exaltação.
- Gostou? – Ele sorriu e tocou meu ombro. Afastei-me dele. – Você ainda não viu nada.
Nada? Eu vi tudo. Tudo que eu necessito para morar naquele quarto todo o resto da minha vida e mais um pouco. Olhei perplexa para ele, enquanto pegava um controle remoto. Por um momento pensei que ele ia ligar a TV, mas no outro, vi o enorme espelho dividir-se em dois e revelar um gigante closet. Fiquei boquiaberta.
É meio ofensivo saber que um homem se veste e se maquia dez bilhões de vezes melhor que você. Naquele momento, lembrei do curativo que havia na minha cabeça e que eu teria de trocá-lo.
- Onde é o banheiro, por favor. – Murmurei timidamente.
- No fim do corredor. – Sorriu.
Fui em direção à porta do quarto, e virei-me curiosamente para ver Bill. É, no fim, ele parecia ser um cara bem legal. Voltei-me para sair, e acabei esbarrando em algo, ou alguém..
- Olha por onde anda, nanica! – Tom bradou passando a mão pela camiseta. Algo molhado havia caído em nós dois. – Muito bem, derrubou minha coca-cola.
- Foi sem querer... – Falei. - ...querendo.
- Você é muito metida para alguém que acabou de chegar aqui. – Ele falou me encarando.
- E você é muito estressado para alguém que parece com o Buda. – Apontei para as roupas largas dele.
- Olha aqui sua... – Ele apontou o dedo para mim e eu o encarei.
- Opa. – Bill apareceu na porta. – Vamos parar de brigar? Bi, o banheiro é naquela porta.
Ele apontou para uma porta de madeira no fim do corredor, estava razoavelmente mal iluminado e então eu segui para lá.
- Espero que se afogue na privada. – Tom disse num sussurro bem audível. Dei uma risadinha de deboche.
Parei frente ao espelho e me encarei. Será mesmo que eu sou o que Tom disse? Feia? Bom, isso não importa. Meus pais estão mortos, nada importa. Talvez eu fique aqui por uns dois meses e só, não preciso mais que isso para arrumar um local para ficar quando completar meus dezoito anos. E isso é daqui a dois meses.
Separei parte do cabelo para o lado e tirei o curativo. Foi doloroso. Dei um curto gritinho, mas foi o bastante para Bill perguntar se estava tudo bem e Tom murmurar algo sobre eu estar me masturbando. Aquele garoto é muito idiota, e só fiquei com ele por trinta minutos.
Abri minha bolsa e peguei outro curativo, coloquei no local machucado e voltei a arrumar meus cabelos. Eles pareciam mais castanho-claros que antes. Encarei meu reflexo por alguns segundos e depois joguei os papeis da embalagem do curativo no lixo.
Abri a porta e dei de cara com três caras na porta. Um deles era Bill, o outro era um homem aparentemente jovem, mas tinha certeza que era mais velho que todos nós, e um outro de cabelos extremamente lisos e claros.
- Ah, Bi. – Bill urrou. – Que bom que você saiu, já estava começando a ficar preocupado.
- Foram só três minutos. – Disse num tom de sarcasmo.
- Bom, quero te apresentar nosso empresário, David. – Ele disse empurrando o homem mais velho.
Ele era alto e tinha cabelos curtos e escuros. Sorriu e apertou minha mão, o olhei confusa e depois fitei Bill.
- Ah, e esse é o Georg, o baixista da banda. – Disse apontando para o cara de chapinha.
- Oi. – Ele deu um curto sorriso.
- Vem, vamos para a sala, Tom e Gustav estão nos esperando lá. – Falou Bill me puxando em direção as escadas.
- Bill, eu realmente prefiro ficar um tempo sozinha. – Falei soltando a mão dele.
- Ah... – Ele murmurou decepcionado. – Tudo bem...então.
- Desculpe. Acho que estou cansada da viagem...
- É verdade Bill, talvez ela deva descansar mesmo, pois mais tarde teremos de ir para uma festa onde a banda tem de estar. – Murmurou o tal de David.
- Ok. – Bill afirmou indicando o quarto dele.
Fechei a porta e, por costume, a tranquei. Afoguei-me na cama e senti todos os meus músculos relaxarem, o que, por um curto momento, me causou dor. Claro que há alguns poucos dias, eu estava com um gesso na perna. Dançar. Talvez isso nunca mais aconteça. Fui pensando aos poucos, e rezando, para que tivesse ao menos uma tarde em que eu a dormisse inteira.
Capitulo 2 - Casa nova
Oiiiii minhas Angels.. Tao gostando do novo imagine? Espero que sim '-'
Boora pro cap néh.
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Respondeendo:
Sarah: Entao neh kkk ate eu ...
Kat: Contiinuei ja cunhadinha :3
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ - Sabe, de repente me bateu um medo... – Ele sorriu para Bill.
- Eu que o diga. – Murmurei analisando-os.
- Como assim? – Bill surpreendeu-se por eu falar.
- Não sei, já que vocês parecem mais MIB: os homens de preto. – Debochei.
- Porque? – Tom sorriu sacana. – Preferia que eu viesse te buscar no aeroporto vestido de gogo boy?
- Não precisa, você já é ridículo naturalmente. – Sorri.
- Você não me conhece, meia sombra. – Empurrou a placa com meu nome nos meus braços.
- Na verdade Bi, é porque nós somos meio que famosos... – Meio que famosos? Ninguém é “meio que famosos”. –Então tentamos não chamar muita atenção.
- Com esse cocô de passarinho no lugar do seu cabelo? – Debochei. – Ah, claro. A última coisa que você espera é chamar atenção.
Notei uma garota um pouco mais atrás deles, analisando-os. Cada pedaço do corpo, assim como Tom fazia comigo. Acho que queria até pegar um fio do meu cabelo para fazer teste de DNA e descobrir qual shampoo eu uso.
- Acho que a sua tática genial pra não chamar atenção não deu muito certo. – Ironizei, apontando a garota com o olhar.
- Droga. – Murmurou Tom. - Vamos sair daqui, agora. – Bill assentiu com a cabeça.
Enquanto Tom carregava minhas malas e reclamava, Bill me guiava até o carro. Ao chegarmos Fui abrindo a porta e entrando.
- Ô madame! Eu não estou aqui pra carregar suas malas. – Reclamou Tom e eu o ignorei, fechando a porta do carro. Bill apenas ria.
- Eu te ajudo Tommy. – Debochou Bill sorrindo. Como ele conseguia sorrir a toda hora? Aquilo não dava câimbras?
Caminhei em direção à porta da enorme casa. Tinha seguranças por toda parte. Sim, ele eram “meio que famosos”. Estiquei a mão em direção a porta, para abri-la, mas fui abordada por um cara de trancinhas.
- Sabia que a curiosidade matou o gato, meia sombra? – Tom disse empurrando minha mão e abrindo a porta.
- Que pena que o gato tem sete vidas. – Sorri.
Ele me olhou com desprezo, soltou um forte suspiro e entrou. E nossa, que casa! Uma estrutura incrível, uma arquitetura invejável e móveis... O que posso dizer? Eles eram “meio que famosos”.
Segui pela sala repleta de quadros pendurados, mas esses quadros eram prêmios. Para falar a verdade, CD’s. Olhei mais atentamente. Tokio Hotel. Tinha a foto do mais alto, Bill, que mais parecia uma menina. Tom, com suas roupas gordas, e dois outros garotos.
- Gostou? – Bill sorriu tocando meu ombro e admirando a parede, assim como eu.
- Tem certeza que você é “meio que famoso”? – Perguntei desviando-me da mão dele, que continuava postada em meu ombro.
- Ah, bom... Somos bem famosos. – Ele admitiu inutilmente.
- Nossa, isso mudou minha vida. – Grunhi subindo as escadas.
- Onde pensa que vai, meio metro? – Tom me repreendeu com uma lata de cerveja, enquanto eu subia as escadas.
- Para o quarto? – Murmurei.
- Na verdade Bi... – Bill começou como tentasse se desculpar. – Saber que você iria ficar um tempo conosco foi bem inesperado.
- Isso foi um elogio? – Murmurei para mim mesma.
- Então, você vai ter que ficar com um de nós. – Tom terminou o que Bill começara.
- E o que isso quer dizer?
- Que você vai dormir com um de nós, burra. – Tom grunhiu.
- Cara, sério – Me enfezei. – Meus pais estão sendo cremados nesse momento, dá um tempo, certo?
- Acho melhor você dormir comigo, Bi. – Disse Bill sério. Talvez a primeira vez que eu o vira serio por todo o curto tempo em que ficamos juntos.
- Minha preferência também é essa. – Lancei um último olhar para Tom e subi as escadas seguida de Bill..
Capítulo 1 - Aeroporto
Oiiiiiii meninas, vcs devem estar se perguntando cadê o imagine com o Andy? Entao, eu devo uma explicaçao a vcs.. Eu achei que o imagine tava muitp chato, e fugiu muito da realidade e tal.. Desculpa, talveez um dia eu faça outro com o Andy, ou ate posso fazer ele aparecer por aqui kkk lol (tenho meus contatos neh Sarah Pelada?) kkkk
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RESPONDENDO COMENTARIOS:
Kat Poison: Kaaaaaaaat meu abor, claro q eu tinha q fazer um imagine com o Tom vlh, ele eh meu namorido lembra? kkkk ^_^ Espero q goste =3
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Desci as escadas convicta de que odiava minha vida. A mulher que se dizia da adoção esperava no sofá. Tinha cabelos negros e curtos bagunçados, e o corpo gordo preso numa roupa que caberia em uma criança de dois anos. O rosto expressava uma extrema raiva, pois levantou-se raivosamente puxando-me para fora da casa. Olhei uma última vez para a casa.
- Bi, esta irá ser sua casa por enquanto.
A mulher me disse empurrando para dentro do avião. Um avião? Eu não lembro de ter parentes ou coisa parecida, desde o momento do acidente, prefiro ficar calada e sozinha, do que conversar com “parentes”.
Acordei meio tonta com um homem tocando meu ombro.
- Senhora, chegamos ao nosso destino. – Ele sorriu carinhosamente.
Assenti com a cabeça e puxei minha bolsa de colo e minha maleta vermelho-escuro. Desci as escadas e segui por um corredor. O aeroporto estava consideravelmente cheio. E frio. Olhei ao redor e percebi dois caras, um alto e pálido, com um cabelo que mais parecia um dejeto de passáro. Estava maquiado, os olhos negros e a boca rosada. Tinha um piercing no nariz e outro na sobrancelha. O outro era uns poucos centímetros mais baixo que o anterior. Tinha umas tranças estranhas na cabeça, e tinha um piercing no lábio inferior. Vestia roupas consideravelmente enormes para seu tamanho e segurava, tediosamente, um cartaz com meu nome. Andei silenciosamente até eles e parei na sua frente.
O mais baixo, que segurava o cartaz, olhava distraidamente pelo aeroporto, até que baixou os olhos até mim e me analisou.
- O que é, pirralha? – Murmurou dando um estalo com a boca.
- Tom! – O mais alto reclamou. – Deve ser ela.
- Ela? – O que se dizia Tom surpreendeu-se. – Pensei que fosse mais bonita.
- Oi, eu sou Bill. – O mais alto sorriu ignorando os comentários do outro e esticando a mão.
Observei a mão dele por um tempo até que ele retirou-a sutilmente e sorriu.
- Além de feia é antipática? – O mais baixo riu.
- Espero que saiba que eu sou faixa preta. – Murmurei séria, olhando-o.
- Sabe, de repente me bateu um medo... – Ele sorriu para Bill.
Sinopse+Notas do imagine
" - O que é, pirralha? -Murmurou dando um estalo com a boca.
- Tom! - O mais alto reclamou. - Deve ser ela.
- Ela? - O que se dizia Tom surpreendeu-se. - Pensei que fosse mais bonita."
✖
" - Você é muito metida para alguém que acabou de chegar aqui. - Ele falou me encarando."
✖
" - Você é a primeira garota que deita nessa cama. - Disse na porta do quarto. - Está me devendo uma."
✖
" - Que foi? Se apaixonou por mim? -Debochou.
- Claro que não! - Desviei o olhar do seu. "
✖
" - Ahm, o que você está fazendo?
- Te consolando.
- Sério? - Perguntei incrédula.
- Já posso parar? - Ele perguntou rindo.
- Pode. "
*Notas do imagine*
Classificação: Cada um sabe o que lê
Categorias: Tokio Hotel
Personagens: Tom Kaulitz, Bill Kaulitz, Georg Listing, Gustav Schäfer
Gêneros: Comédia, Romance, Songfic
Avisos: Álcool, Homossexualidade,linguagem impropria .
Ps: Nunca ignore uma história de romance, ela pode mudar sua vida! ....Ou pode não fazer bulhufa nenhuma.